Dá dó, mas é bonitinho vai!
segunda-feira, 3 de maio de 2010
O que me irrita em um ser humano
Ser humano é a pior coisa que aconteceu pro planeta, de forma generalizada. Mas há alguns que são infinitamente piores.
Eu ODEIO ( não é não gostar, nem é só ignorar, é odiar mesmo) gente burra, sabe essas que zombam de coisas importantes por serem ignorantes demais pra entender de que se trata? Odeio gente efusiva, não quero abraços de colegas, não quero beijos, não quero nhenhenhe se você é quase um desconhecido. Odeio gente hipócrita, "faça o que eu digo mas não o que eu faço". Odeio gente egoísta, seu nariz não é o centro do mundo e você não passa de um pedaço de lixo espacial. Odeio pessoas que não são de verdade; sabe aquelas pessoas que parecem que não fazem xixi nem cocô? Que nunca passaram mal porque comeram demais, que não sabem nadar, têm nojo de minhoca ou não vivem um dia sem chapinha no cabelo? Odeio com todas as minhas forças gente fútil, folgada, lerda e toda essa raça que só existe para ser peso morto na história.
domingo, 2 de maio de 2010
Essa guitarra

Toque essa guitarra
toque-a, indepedente de sentido ter;
de belo ser.
Só sinta os seus dedos passando
exatamente;
minuciosamente
onde você quer que estejam;
sem barreira alguma;
sem limites.
Esteja aqui comigo
por mais que eu ainda
não esteja tocando o belo.
São só cordas sendo puxadas
por dedos calejados do aço
sem sonoridade agradável.
Mas sou eu quem tá tocando
É a minha música.
O que eu tenho para oferecer nesse
instante são só esses dedos
movimentando as cordas
dessa velha guitarra;
mas que um dia, juro,
tocarão a mais bela canção
que você vai ouvir.
sábado, 1 de maio de 2010
Sorrir
Pois é, eu era uma pessoa frustrada. Frustrada porque certo dia eu estava na parada de ônibus e parou um carro no semáforo (logo ao lado da parada) e um garoto muito bonito ficou olhando, ele até olhou para trás quando o carro se movimentou, mas eu não fiz nada, só olhei. Podia ter sorrido, falado algo, mas não, eu só fiquei olhando. Depois me arrependi amargamente e redesenhei aquela cena na cabeça por muito tempo.
Hoje, na mesma parada eu me realizei emocionalmente. Desfrustrei-me. Eu estava cantarolando com a Verônica quando uma cena bem semelhante ocorreu. O garoto olhou pra mim, provavelmente, por estarmos cantando na parada. O carro dele ficou um tanto mais para frente de onde estávamos, e ele olhou para trás demonstrando interesse. Foi aí que eu cutuquei a Vêh e sorri para ele, ele correspondeu ao sorriso. Eu acenei, e ele acenou sorridente. Um sorriso bastou, somos amigos e nunca nos veremos de novo, ou pelo menos, não nos reconheceremos.
Foi um ótimo dia.
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