quinta-feira, 11 de novembro de 2010

A doze

Doze balas a me perfurar senti
Por conta de um sentimento vão
Cada uma me marcou
Para não cair nas armadilhas da memória
Fizeram do meu peito seus lares
E carregarei-as dentro de mim.

Quem apontou-me a doze
Foi um doce passarinho
Desses de olhar inocente e amável
Agora até suas melhores palavras
São balas vindo diretamente contra mim.

Um comentário:

  1. eu queria poder ouvir as palavras do pássaro que me trouxe minhas feridas também...
    já que vou ter dor
    que seja plena

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E aí?